quarta-feira, 13 de julho de 2011

Kojima, hai!

Para mim, sushi foi um processo. No começo, não entendia como as pessoas comiam peixe frio e cru, aquela coisa gelatinosa. Hoje, se fico um tempo sem comer japonês, tenho crise de abstinência... sou viciada! Como qualquer combinado vem pouco e custa caro, então rodízio ainda é a melhor opção. Dentre todos que já provei, mesmo fora de Brasília, o do Kojima ganha disparado na categoria "conjunto da obra".

O shakemaki do Kojima (foto BSB Foodie)
Neste restaurante japonês importado de Recife, além dos clássicos sushis e sashimis, meus favoritos são:
  • shakemaki: enrolado de salmão maçaricado, recheado com camarão e cream cheese. O maçaricado dá um gostinho de churrasco delicioso, ainda mais com o contraste doce do molho teriaki;
  • gyoza: em todo japonês que vou, é um ritual pedir este 'pastel' de entrada. Prefiro sempre a opção no vapor (meio grelhadinho!), mas no Kojima ela só tem no à la carte. Mesmo frito, a massa é diferente e o recheio é bem 'recheado';
  • não sei o nome, mas vem com salmão em cubos com cream cheese sobre uma espécie de nacho, parecendo um canapé (não tem como não achar no cardápio do rodízio);
  • esse não é comida, mas também adoro: um drink de frutas vermelhas sem álcool, que pode vir com soda, água de coco ou suco de lima da pérsia. Sempre peço com esse último e vem uma delícia. Não sei se tem a versão com álcool também...
Bom, o sashimi podia ser mais grosso, mas na última vez que fui, o de salmão tinha até melhorado e derretia na boca. O preço é o mesmo dos outros, algo em torno de 50 reais. Ah, e um destaque que é algo difícil em Brasília: os garçons são simpáticos e eficientes. Vale muito!

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