terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Koni (?) Store

Num almoço rápido de domingo, fomos pela primeira vez à temakeria Koni Store do Sudoeste, nada discreta com sua decoração laranja. No cardápio, nos deparamos com um nome novo: steel, uma truta da Patagônia usada para substituir o salmão em vários pratos, mas sem a mesma qualidade. Pedimos então, para provar, o roll Haru Steel, com massa de harumaki, kani, cream cheese, couve frita e molho teriaki. Veio crocante e quentinho, nada mal.

De prato, provamos o temaki Roast Tuna, com atum crocante, molho shoyu e mel. A folha da alga não rasgava, tornando o koni quase impossível de morder. Além disso, o atum veio sem gosto e o mel passou longe. De sobremesa, escolhemos um Harumaki de Morango com Nutella e um Koni Prestígio (cocada mole com Nutella e arroz doce em casca de sorvete). Sobremesas simples e saborosas, umas das melhores em japonês que já provamos!

Apesar da sobremesa e do bom atendimento, não voltaríamos à Koni Store. Existe algo de errado numa temakeria que não sabe fazer um bom temaki, supostamente seu carro-chefe. Além disso, ficamos pensando que esta provavelmente não foi a primeira vez que comemos steel, já que o sashimi de salmão nos restaurantes japoneses está cada vez mais sem gosto. Não vale...

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Moraki no Miraku

É difícil irmos a um japonês e não pedirmos o rodízio - a exceção é quando estamos no dia errado! Foi o caso no restaurante Miraku, cujo sistema de comer à vontade só está no cardápio de segunda a quinta. O problema é que qualquer combinado de 40 peças num japonês custa uns 80 reais e não satisfaz direito, mas, vendo pelo lado positivo, a gente come menos, né?

Sem opção, pedimos o de sempre como entrada, uma porção de gyoza (R$ 11,50, seis unidades), que foi servido da maneira de que mais gostamos: cozido no vapor e levemente passado na grelha para dar uma tostadinha. O recheio estava bom, mas a massa veio um pouco pesada, meio farinhada. Continuamos com uma porção de 20 peças mistas de sashimi (R$ 40). Bons, mas com um leve gosto de recém-descongelados. Com vontade de comer mais alguma coisa, mas sem uma fome real, acabamos desistindo de pedir outro prato porque não valeria a pena.

Essa não foi nossa primeira vez neste japonês - já provamos o rodízio, que é satisfatório, mas, pelo mesmo preço, existem melhores em Brasília. Acreditamos que o Miraku é um clássico exemplo de restaurante de bairro, que atende bem num dia de preguiça de sair do Sudoeste, mas quem mora em outro ponto do Plano dificillmente se deslocaria só para comer nele... Satisfatório.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Sempre Toujours...

Muitos não sabem, mas o Toujours oferece um menu executivo com pratos diferentes a cada dia, por R$ 29. Com salada de entrada + sobremesa do dia, o preço sobe para R$ 36. Na ordem, de segunda a sexta, temos: coq au vin; ravioli de mussarela com molho de tomate e manjericão; boeuf bourguignon; poulet rôti; filet de saint pierre.

Já tínhamos provado o poulet: um pedaço de galeto crocante sobre uma cama de batatas coradas, cercados de um molho cremoso. Muito bom! Desta vez, fomos de saint pierre, que vem com três pedaços de filé de peixe grelhados, sem espinha, coberto com vinagrete, cercado de molho amanteigado e pure de batata. Gostoso, mas, no final, a manteiga pesa um pouco...

Como cada um pediu um prato diferente, provamos também o raviole de pato com molho de laranja e o fettuccine com presunto e champignon, coberto com molho cremoso. Os dois estavam muito bons e com o mesmo preço do menu executivo. De sobremesa, fomos de petit gateau de chocolate com sorvete de creme e calda de frutas vermelhas. Bom também!

Achamos este restaurante uma das melhores relações custo-benefício de Brasília. Além disso, é uma graça, com decoração francesa estilo colonial - móveis de madeira pintados de branco, mesas com toalha xadrez verde e paredes altas cobertas de trepadeira. Perfeito para o dia dos namorados ou um almoço tardio, já que abre 12h e só fecha depois do jantar. Vale!

Nota da redação: Já provamos anteriormente neste restaurante dois pratos com camarão - uma salada e uma massa - e podemos dizer que é um dos melhores camarões de Brasília. Ele vem no ponto certo, sem cozinhar muito, chegando a estalar na mordida. Sabemos que muita gente adora o Coco "Camarões" Bambu, mas, para nós, o Toujours oferece o melhor e mais saboroso.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

The "new" Old Barr

Pois é, o nome é The Old Barr, mas para nós foi novidade! Depois de assistirmos ao show da Teresa Cristina no Teatro Brasília (aliás, confortável e com ótima acústica), queríamos comer ali mesmo no chique Royal Tulip Brasília Alvorada, mais conhecido como "ex-Blue Tree". O enorme hotel tem quatro ambientes gastronômicos, mas, pelo avançado da hora, encontramos refúgio nesta boa imitação de um pub inglês, aberto de segunda a sábado, das 17h às 2h.

Apesar de vazio, com apenas alguns hóspedes falando inglês em outra mesa, gostamos do ambiente, serviço (tinha mais garçom que cliente), comida e preço. Os drinks Sex on the beach e kir royal estavam muito bons e na faixa de 12-14 reais, valor bem justo, já que alguns restaurantes de Brasília cobram acima de R$ 18! Pedimos de entrada uma porção de pastéis tailandeses, recheados com camarão, por R$ 27,00. E, de prato principal, um cheeseburger de picanha enorme, acompanhado de batatas fritas (R$ 19,00). Delicioso!

Ótimo bar para quem está na área, visitando o Palácio da Alvorada ou assistindo a um show no hotel. Não serve para quem quer badalação, mas vimos que o pub tem um tablado com microfone, o que sugere que talvez tenha música ao vivo algum dia da semana. Com certeza voltaremos para provar a comida dos outros restaurantes do complexo - já soubemos que no final de semana tem uma boa feijoada com música ao vivo, com vista pro lago... Vale!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Só o Mangai salva!

Se você não é fã de shoppings ou lanchonetes, ainda é super difícil almoçar tarde no final de semana em Brasília, já que a maioria dos restaurantes não passa das 16h. Uma das boas opções para comer bem depois desse horário é o Mangai, que abre no almoço e vai direto até o jantar. Aliás, se você não chegar até 12h30, é melhor ir mesmo mais tarde porque a fila é grande! A única desvantagem é que o bufê (o restaurante é a kilo) diminui também e corre o risco de você não encontrar uma de suas iguarias preferidas...

Bom, já fomos várias vezes ao Mangai, que consideramos o melhor restaurante de culinária nordestina-tipo-exportação, ou seja, sem muito dendê, coentro e outros temperos carregados. Além disso, é o lugar ideal para levar turistas, família visitando ou amigos recém-chegados a Brasília. Quem não gosta de tirar foto com o "pintor" no banheiro ou deitar nas redes olhando pro lago depois do almoço??

O mais difícil no Mangai é não encher o prato. Mas, com experiência, você aprende a pegar só o que gosta para não comer muito. Nossos preferidos?? Gororoba de camarão ou de charque, carne de sol desfiada com feijão verde e nata, farofa de banana, linguiça e pernil de bode. Para os mais avançados, a casa serve também a buchada de bode, o bucho do bicho recheado com as vísceras! Além de almoço e jantar, pode-se também lanchar tapiocas, cuscuz, queijo coalho no pão francês e o delicioso pão de macaxeira!

E para quem não gosta de comida nordestina, há ainda opção de grelhados e saladas, além de uma parte enorme de doces. É restaurante para toda a família... Vale!


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