sábado, 19 de fevereiro de 2011

Moraki no Miraku

É difícil irmos a um japonês e não pedirmos o rodízio - a exceção é quando estamos no dia errado! Foi o caso no restaurante Miraku, cujo sistema de comer à vontade só está no cardápio de segunda a quinta. O problema é que qualquer combinado de 40 peças num japonês custa uns 80 reais e não satisfaz direito, mas, vendo pelo lado positivo, a gente come menos, né?

Sem opção, pedimos o de sempre como entrada, uma porção de gyoza (R$ 11,50, seis unidades), que foi servido da maneira de que mais gostamos: cozido no vapor e levemente passado na grelha para dar uma tostadinha. O recheio estava bom, mas a massa veio um pouco pesada, meio farinhada. Continuamos com uma porção de 20 peças mistas de sashimi (R$ 40). Bons, mas com um leve gosto de recém-descongelados. Com vontade de comer mais alguma coisa, mas sem uma fome real, acabamos desistindo de pedir outro prato porque não valeria a pena.

Essa não foi nossa primeira vez neste japonês - já provamos o rodízio, que é satisfatório, mas, pelo mesmo preço, existem melhores em Brasília. Acreditamos que o Miraku é um clássico exemplo de restaurante de bairro, que atende bem num dia de preguiça de sair do Sudoeste, mas quem mora em outro ponto do Plano dificillmente se deslocaria só para comer nele... Satisfatório.

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